
O gate que aceitava 200 sem ler o conteúdo
Um health check que só olhava o código HTTP deixou passar respostas truncadas e vazias por dias. A sonda que veio depois mede o corpo, não o envelope.
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Um health check que só olhava o código HTTP deixou passar respostas truncadas e vazias por dias. A sonda que veio depois mede o corpo, não o envelope.

Durante meses olhei para o ponto verde do pipeline como se fosse prova. Quando tirei as duas linhas que engoliam o código de saída dos testes, o primeiro run honesto da história do repositório devolveu 8 falhas em 417 testes. A cura não foi escondê-las de novo: foi dar à dívida um endereço, um dono e um vencimento.

As páginas de tag foram ao ar sem nenhuma capa, misturaram português com inglês na mesma vitrine e devolviam quem trocava de idioma direto pra home. Três bugs que pareceram independentes e nasceram do mesmo lugar: a regra morava na home, não no componente.

Gate de capas no build, contraste WCAG AA, o 10o projeto no schema, e uma auditoria bug-hunter com zero violacoes. A historia do blog que parou de ser so um blog e virou um sistema com qualidade.

Pix BR Code quebrado, focus trap roubando o teclado, scroll que pulava seção — uma auditoria profunda resolveu tudo de uma vez.

Julho de 2026 foi o mês em que o portfólio parou de ganhar features novas e começou a corrigir as que já tinha. Uma auditoria profunda revelou 10 problemas — do Pix ao focus trap — e no fim o deploy ficou mais automático do que nunca.

Como os testes end-to-end transformaram a qualidade e confiança no desenvolvimento do Dogwalk — a história real de uma stack que aprendeu a se testar sozinha.

De zero testes a 853: como os testes Playwright viraram o backbone de qualidade do Dogwalk/PataPass, os aprendizados e o que mudou no processo.