
Yurumi: a memória que precisava esquecer
Quatro camadas de memória com prazos diferentes, um TTL que nunca expirava de verdade e a decisão que resolveu: dormir não é apagar. Como o ciclo de vida da memória deixou de ser um campo solto no payload.
5 posts

Quatro camadas de memória com prazos diferentes, um TTL que nunca expirava de verdade e a decisão que resolveu: dormir não é apagar. Como o ciclo de vida da memória deixou de ser um campo solto no payload.

Montei um agregador de status do ecossistema e, dezoito minutos depois de nascer, ele não conseguia provar a própria existência. O conserto não foi código: foi decidir o que conta como prova. Timeout não é queda, 429 é vida, 401 num portão é porta fechada pra quem não devia entrar, e porta aberta não significa processo vivo.

Antes de trocar o motor de busca do Arachne pelo Yurumi, precisei provar que o novo era no mínimo tão bom quanto o velho. Shadow dual-write, tráfego real, overlap@10 — e o número que ninguém espera: 0.511.

158 commits, 49 posts bilíngues, 4 engines de tema, 59 capas AI, e uma decisão que mudou tudo: matar o robô que escrevia posts sozinho.

TagCloud, PostLayout compartilhado, FilterBar turbinada com Fuse.js e tema arrumado — um dia inteiro de melhorias na base do blog.